7.5.13

Olho muito tempo o corpo de um poema

"Olho muito tempo o corpo de um poema
até perder de vista o que não seja corpo
e sentir separado dentre os dentes
um filete de sangue
nas gengivas."

(Ana Cristina Cesar)


Bio Poetiza e tradutora. Teve seu nome muitas vezes vinculado ao movimento de Poesia Marginal. Nasceu em uma família culta e protestante de classe média.Filha do sociólogo e jornalista Waldo Aranha Lenz Cesar e de Maria Luiza Cruz. Cometeu suicídio aos trinta e um anos, atirando-se pela janela do apartamento dos pais, no oitavo andar de um edifício da rua Tonelero, em Copacabana.

Em suas obras, Ana Cristina Cesar mantém uma fina linha entre o ficcional e o autobiográfico.

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