24.9.13

Agatha Chritie: Autobiográfia!

O autor expressa aquilo que sente?

Os artistas em sua grande maioria expressa aquilo que sente, que vive e observa nas suas obras como pintores, cantores e escritores. A Rainha do Crime como ficou conhecida Agatha adotou esse apelido por suas histórias cheia de mistérios e mortes, coincidência ou não sua vida pessoal vivia em crises e com muitos lamentos como ela mesmo descreve em sua Autobiografia.

 

- Em meados da década de 1920, após a compra de uma casa no campo, Agatha e o marido, Archie (Archibald Christie), começaram a se distanciar. A crise entre ambos aumentou quando a escritora precisou assumir a organização da propriedade da família em Torquay, após a morte de sua mãe. Enquanto Agatha foi para a propriedade Ashfield com a filha Rosalind, Achie ficou trabalhando em Londres. Quando se encontraram novamente, três meses depois, o marido confessou que havia se apaixonado por outra mulher e queria o divórcio. Isso, somado à morte recente da mãe, levou Agatha Christie a um colapso nervoso. Em dezembro de 1926, seu carro foi encontrado abandonado, com as portas abertas, à beira de um lago, sem nenhum bilhete. Falou-se em sequestro, suicídio e até assassinato, sendo o marido infiel o maior suspeito. 12 dias depois, o empregado de um hotel na cidade de Harrogate contatou a polícia informando que uma das hóspedes era muito parecida com as fotos divulgadas da desaparecida. Chegando ao local, os investigadores descobriram tratar-se realmente de Agatha Christie que estava registrada no hotel como nome de Theressa Neele, o mesmo sobrenome da amante de seu marido, Nancy Neele. Agatha jamais entrou em detalhes sobre o que aconteceu e a declaração oficial foi a de que ela havia sofrido amnésia temporária devido ao colapso nervoso.

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